Conforto térmico

Em todos os casos, uma temperatura confortável é certamente um dos pontos principais, mais para o repouso que durante o trabalho. Mas, que se pode entender por temperatura de conforto?.


 

Para ilustrar melhor este fenómeno, vamos a relembrar os resultados de uma experiência efectuada pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).

  Para realizar a experiência,  utilizou-se uma habitação donde as paredes podiam ser arrefecidas, mas por sua vez, nessa mesma habitação  podia-se introduzir ar quente. Com isso  logrou-se subir a temperatura do ar até os 48 ºC, mas ainda assim os ocupantes tinham frio, assim, o acréscimo  de calor proveniente de um aquecimento por convecção a uma temperatura muito superior a dois corpos humanos, não foi suficiente para compensar a perdida calorífica devida a radiação  dos corpos ocupantes para as paredes, mantidas muito frias. Realizou-se a continuação a experiência contrária, aqueceram-se as paredes e  baixou-se a temperatura do ar injectado até os 10 ºC. Desta vez os ocupantes "sentem" excessivo calor devido a que a refrigeração por convecção do ar não é suficiente para compensar o aumento de calor, devido a radiação  das paredes para os corpos.


Esta experiência mostra o grande papel que joga a parede na sensação de conforto, que se pode sentir no interior de um edifício.

Um  dos elementos importantes deste último, é conseguir um equilíbrio entre a temperatura ambiente e a temperatura radiante  das paredes, entendendo que isto pode criar uma sensação de conforto agradável, incluso quando a temperatura do ar é baixa. Isto  produz-se principalmente em sistemas de aquecimento por radiação.

FACTORES
que influem no
conforto térmico
 

 

 

Temperatura do ar

Temperatura média de radiação

Humidade do ar

Correntes de ar

Renovação de ar

Tipo de vestimenta e tipo de actividade